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26 de fevereiro de 2015

Transferência de pacientes



Uma das dependências mais comuns que podem surgir devida a diversas doenças é a dependência para mobilidade. Nessas circunstâncias, o auxílio para a transferência do pacientes, seja da cama para a cadeira, da cadeira para a cama ou mesmo simplesmente para levantar o paciente que não tem forças nas pernas, é crucial para os cuidadores.

Um problema que mais cedo ou mais tarde acaba surgindo, é a lesão da coluna do cuidador, que acaba fazendo esforços excessivos.

Por isso, gostei muito deste post de um blog de fisioterapia:

http://blogfisiobrasil.blogspot.com.br/2015/01/a-arte-da-transferencia.html

Eles explicam como usar as cintas de transferência, que oferecem muito mais segurança para pacientes e cuidadores. Pode ser usado em caso de: pacientes idosos com fraqueza nas pernas ou que têm medo de cair, pacientes com doença de Alzheimer, doença de Parkinson, sequelados por acidente vascular cerebral (AVC) ou por paraplegia ou tetraplegia.

11 de setembro de 2014

Osteoartrose de joelhos



Uma das principais causas de limitação para muitas pessoas mais velhas é a osteoartrose (ou simplesmente artrose) de joelhos. A osteoartrose que, de modo geral, pode afetar qualquer articulação (“junta”) é uma das variadas doenças evolutivas contra as quais a Medicina ainda não conta com remédios realmente efetivos para impedir o desenvolvimento do problema. No caso da osteoartrose de joelhos, a dor para caminhar costuma ser um empecilho que frequentemente faz com que os pacientes comecem a limitar suas caminhadas fazendo com que a doença evolua mais.

Por isso é importante levar em conta o que um estudo recente[1] acaba de confirmar: é necessário manter-se ativo para que a limitação seja menor. Os pesquisadores observaram que, nos dois anos de estudo, os sujeitos que tinham risco para desenvolver osteoartrose de joelhos que davam no mínimo cerca de 3.500 passos por dia tiveram menor progressão da limitação dos joelhos.

Esse dado é interessante porque existem diversas recomendações para preservação da saúde como um todo que recomendam pelo menos 10.000 passos ao dia. O que este estudo mostra é que com muito menos já há benefícios e, claro, para os que conseguem caminhar mais, os benefícios são ainda maiores.

Como sempre, para manter a saúde, “é preciso mexer-se para não atrofiar”! Para quem têm risco de desenvolver osteoartrose de joelhos, é importante ter como meta dar entre 3.000 e 6.000 passos por dia. Para ter uma ideia do quanto isso significa, não é difícil nem muito caro contar o número de passos usando um pequeno aparelho chamado pedômetro.

Além da atividade física, é bastante recomendável conversar com o médico geriatra ou reumatologista ou fisiatra ou ortopedista que outras medidas medicamentosas e não medicamentosas devem ser tomadas para o acompanhamento da osteoartrose de joelhos. Sempre devemos olhar o paciente de forma holística para que a vida possa ser melhor mesmo que existam problemas!




[1] White, D. et al. Daily Walking and the Risk of Incident Functional Limitation in Knee Osteoarthritis: An Observational Study. Arthritis Care & Research Vol. 66, No. 9, September 2014, pp 1328 –1336.